Cebola Frita
Crispy holandesa Top Taste — quatro ingredientes no rótulo.

Um em cada cinco embarques do mundo.
A Holanda é a líder mundial na exportação de cebola — mais de 20% do mercado global, presente em mais de 140 países, segundo a Holland Onion Association. A nossa cebola frita vem de lá: Top Taste, do grupo The Onion Group — e a Matheus é um dos poucos fornecedores da marca no Brasil.





A família que planta a própria cebola.
A The Onion Group é da família Murre, de 's-Gravenpolder, no sul da Holanda: segundo o grupo, mais de 50 anos de cebola e uma cadeia sem terceirização — cebola cultivada em solo holandês, plantada por quem frita.
Fresca, nunca reidratada.
Muita cebola frita industrial parte de cebola desidratada e reidratada. O fabricante declara o caminho oposto: da lavoura, a cebola é descascada, lavada e fatiada ainda fresca — e vai ao batter e à fritura na fábrica do grupo, em Kapelle.
Quatro ingredientes no rótulo.
Cebola — três quartos do pacote —, óleo de palma, farinha de trigo e sal. Sem corante, sem aroma artificial, sem realçador de sabor: quatro ingredientes e mais nada — vegana e halal de série, segundo o fabricante.
Do hot dog dinamarquês ao balcão brasileiro.
Na Escandinávia, o hot dog clássico não sai sem cebola frita por cima. No biryani, ela é camada e finalização. E por aqui a cebola crispy já é item de cardápio de hamburgueria — do fast food à artesanal.
Cebola Frita é só o começo
Estas variações saem no mesmo pedido — toque para incluir no orçamento:
Para hamburgueria, hot dog e cozinha profissional
Food service — hot dogs, burgers e loaded fries com crocância pronta.
Cozinha industrial — sopas, saladas, arroz e travessas em volume.
Empório e delivery — o saco de 1 kg que rende no balcão e na marmita.
Formatos para a sua operação
Dez sacos de 1 kg por caixa: abre um por turno e o crispy chega sempre novo na bancada.
Cronograma de entrega pro giro da sua cozinha ou linha.




