Caju
Da W1 inteira ao xerém, direto do Nordeste.

Caju é só o começo
Estas variações saem no mesmo pedido — toque para incluir no orçamento:
W1-240
A graúda de vitrine: 220 a 240 grãos por libra, primeira qualidade.
11,34 kg

W1-320
A inteira mais usada do mundo: clara, crocante, 300 a 320 grãos por libra.
11,34 kg

W3
A inteira de custo-benefício para snacks e mixes.
10 kg · 11,34 kg

W4
A inteira econômica: menor e mais rústica, para mixes e produção.
11,34 kg

Xerém
O corte mais pedido da família: moagem moderada da castanha torrada, rende em granola, paçoca e doce.
11,34 kg

Caramelizada
Tradicional, com gergelim ou com coco — o snack doce da banca.
10 kg

Fruto do Nordeste brasileiro.
Mais de 95% da castanha de caju do Brasil nasce no Nordeste, com o Ceará na frente da safra nacional. A cadeia da Matheus é 100% brasileira e rastreável da fazenda ao contêiner — beneficiamento, torra e salga no padrão exportação, com volume o ano inteiro.




W é de whole — e o número é contagem.
W1 é a inteira de primeira qualidade, de cor clara e uniforme. O número diz os grãos por libra: 240 é a graúda de vitrine, 320 é a mais usada do mundo — as duas no mesmo padrão de torra.
Do inteiro ao xerém, tudo aproveitado.
A mesma castanha em cortes: a W1 que decora o empório, as W3 e W4 de custo-benefício pra snacks e mixes, e o xerém — moagem moderada dos grãos torrados — que rende em granolas, doces e paçocas.
Crua, sem sal, salgada ou caramelizada.
A mesma linha em quatro acabamentos: crua pra quem processa, torrada sem sal, torrada e salgada pro balcão, e caramelizada — tradicional, com gergelim ou com coco — pra banca doce.
Formatos para a sua operação
Saco a vácuo para giro rápido em cozinha e snack bar.
Caixa padrão exportação (50 lb), ideal para revenda.
Fornecimento contratado direto do beneficiamento.
Para snacks, empórios e food service
Indústria — snacks e mixes com padrão exportação.
Empórios — fracionamento premium com castanha inteira.
Food service — couvert e finalização com crocância garantida.



