Castanha do Pará
Amazônica, extrativista, 100% brasileira.




Não se planta. Colhe-se.
A castanheira é nativa: não existe plantação comercial que a substitua. Ela cresce na floresta amazônica, atravessa séculos e é protegida por lei federal — derrubar castanheira é proibido no Brasil. Cada caixa aqui saiu de árvore em pé.
A floresta inteira num ouriço.
A flor da castanheira só abre pra abelhas nativas grandes o bastante pra forçar a pétala — e, no chão, é a cutia que rói o ouriço lenhoso e enterra as sementes que viram árvore nova, segundo pesquisadores. Sem a floresta viva em volta, não há castanha: são 10 a 20 amêndoas por ouriço.
Uma safra por ano.
Os ouriços caem na estação das chuvas e a coleta vai de dezembro a março: quebra na mata, secagem, usina, seleção por tamanho. É por isso que a caixa leva o ano da safra no nome — 2026 é a que está na prateleira.
Leva o nome do Pará.
Brasil, Bolívia e Peru concentram quase toda a castanha do mundo — e, apesar do nome, hoje é a Bolívia quem mais exporta; o Brasil lidera na castanha com casca, segundo a FAO. A nossa chega da safra 2026, beneficiada e selecionada calibre a calibre no Pará.

Castanha do Pará é só o começo
Estas variações saem no mesmo pedido — toque para incluir no orçamento:
Large
A amêndoa graúda: menos castanhas por quilo, a que se vê na embalagem premium.
20 kg

Média
O tamanho que gira: calibre e preço equilibrados pro mix e pro fracionamento.
20 kg

Miúda
Calibre pequeno, mesma castanha — custo por quilo pra quem processa em volume.
20 kg

Quebrada
Pedaços da mesma castanha — o grau que a granola, a farinha e a massa pedem.
20 kg

Para mixes, granolas e empórios
Indústria — mixes e granolas com o ícone amazônico.
Empórios — fracionamento com apelo de origem brasileira.
Food service — saladas e pratos com crocância e selênio.
Formatos para a sua operação
Da Large à Miúda, mais a Quebrada — um calibre pra cada operação.
Caixa padrão exportação, ideal para estoque e revenda.
Fornecimento contratado direto do beneficiamento.



