Cereja
Do Maule chileno pro drink e pro sundae.

Nascida no gigante da cereja.
O Chile é o maior exportador de cerejas do mundo — e o Maule, região de Curicó, é o coração dessa safra, com quase metade da área plantada do país. Da safra chilena, a fruta segue firme pra conserva: calda padronizada, caixa com seis potes e abastecimento o ano inteiro.




Uma receita com quase um século.
A cereja ao marrasquino moderna nasceu em 1925, num laboratório do Oregon que descobriu como firmar a fruta — e desde 1940 tem definição oficial: xarope de açúcar e o vermelho clássico que o mundo inteiro reconhece.
No topo do sundae desde 1892.
O primeiro sundae documentado já levava uma cereja em conserva no topo. Do sorvete ao Manhattan, ela virou o sinal universal de “pronto pra servir”.
Três formas, um pote pra cada canal.
Com talo pro drink, sem talo pra taça e pro sundae, picada pra massa e pro recheio — e giro estável o ano inteiro, sem janela de safra.
Para bares, sorveterias e confeitarias
Bares e coquetelaria — o garnish com talo, do Manhattan ao drink da casa.
Confeitarias e sorveterias — o topo do sundae e o recheio picado da massa.
Empórios — o pote clássico da prateleira doce, com giro o ano inteiro.
Cereja é só o começo
Estas variações saem no mesmo pedido — toque para incluir no orçamento:
Com Talo
O garnish do balcão: cabinho na fruta, pronta pro Manhattan e pro drink da casa.
6 × 1,65 kg · 6 × 2 kg

Sem Talo
A mais versátil: taça, sundae e sobremesa — direto da calda pro topo.
6 × 1,8 kg · 6 × 2,2 kg

Picada
Pronta pra produção: recheio de bolo, gelado e panificação, sem faca.
6 × 2,2 kg · 6 × 2,8 kg

Formatos para a sua operação
O padrão da família: caixas com seis unidades, do pote de 1,65 kg ao de 2,8 kg.
As três marcas que giram no mercado — a que a sua operação já usa, na mesma caixa de seis.
Giro estável o ano inteiro — fornecimento recorrente pra quem repõe toda semana.



